Funcionários denunciam má gestão nas Linhas Aéreas de Moçambique

Funcionários denunciam má gestão nas Linhas Aéreas de Moçambique

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Ministro dos Transportes e Comunicações desvaloriza preocupações apresentadas numa carta

Com o título Balanço Real do Desempenho da LAM – 2016, numa carta, funcionários levantam problemas de gestão da companhia, desde atrasos frequentes nos voos, saída massiva de pilotos e pagamento de quantias avultadas para hospedagem de um dos administradores.

“Para o administrador comercial e de sistemas de informação, a LAM gastou 2.940.000 meticais durante os sete meses em que ficou no hotel; a delegada de Sofala, desde a sua nomeação há seis meses, vive num dos melhores hotéis da Beira e aluga uma viatura de luxo e a LAM já gastou cerca de 2.520.000 meticais; a delegada de Cabo Delgado, nomeada há três meses, também vive num dos melhores hotéis de Pemba, aluga uma viaura de luxo e até hoje a LAM gastou cerca de 700.000 meticais”, diz a carta.

Com efeito, o Ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, diz que leu a missiva dos funcionários e que se o conteúdo fosse verdadeiro não haveriam aviões a circular. Mesquita desvaloriza o conteúdo da carta e diz que a haver problemas os mesmos devem ser discutidos em fórum própiro.

A terminar, o Ministro dos Transportes e Comunicações diz que a primeira prioridade do Governo é garantir a segurança dos passageiros, o que passa por uma gestão criteriosa da LAM.

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