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pesar de o casamento não ter tido valor legal, nada faltou à cerimónia, que teve direito a banquete e como convidados, além da mãe do noivo, alguns amigos e colegas da universidade de engenharia, noticiou a agência de notícias EFE esta segunda-feira.

E para não fugir à tradição, a noiva usou um véu vermelho típico da cultura oriental.

Cansado de ser solteiro e das pressões da família no sentido de arranjar uma namorada, o engenheiro decidiu criar uma ao seu gosto. Foi assim que, em 2016, “nasceu” Yingying.

Yingying é capaz de reproduzir frases de arquivos de áudio armazenados em computador e também consegue reconhecer fotografias e objetos. O próximo passo é que o robô seja capaz de andar.

Segundo a agência espanhola, Zheng Jiajia trabalhou durante alguns anos na multinacional tecnológica Huawei e abriu a sua própria empresa em 2014.

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